CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO ESPÍRITA: PACIÊNCIA, INDULGENCIA, FÉ, HUMILDADE, DIGNIDADE E CARIDADE.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

19ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE B: VISITAS ESPÍRITAS ENTRE VIVOS - TRANSMISSÃO OCULTA DO PENSAMENTO

VISITAS ESPÍRITAS ENTRE VIVOS: O Espírito, durante o sono, recobra em parte a sua liberdade, ou seja, ele se afasta do corpo. A faculdade que a alma possui de emancipar-se e de desprender-se do corpo durante a vida física, pode dar lugar a fenômenos análogos aos que os Espíritos desencarnados produzem. Enquanto o corpo acha-se mergulhado em sono, ou mesmo em estado de vigília, o Espírito, transportando-se a diversos lugares, pode tornar-se visível e aparecer a outras pessoas.

Do princípio de emancipação da alma durante o sono parece resultar que temos, simultaneamente, duas existências: a do corpo, que nos dá a vida de relação exterior, e a da alma, que nos dá a vida de relação oculta. (LE, perg. 413). No entanto, no estado de emancipação, a vida do corpo cede lugar à da alma, mas não existem, propriamente falando, duas existências; são antes duas fases da mesma existência, porque o homem não vive de maneira dupla (LE, perg. 413).

O perispírito, tanto do encarnado quando do desencarnado, é sempre um envoltório semimaterial, o qual, se visível, tem uma aparência tão idêntica à real, que se torna possível a muitas pessoas estar com a verdade quando dizem ter visto o encarnado, ao mesmo tempo, em dois pontos diversos.

Através dos sonhos, o homem tem a oportunidade de encontrar-se com amigos e parentes. Os laços de amizade, antigos ou novos, reúnem assim, frequentemente, diversos Espíritos que se sentem felizes em se encontrar (LE, perg. 417).

Essas visitas são significativas, na medida em que fica, ao despertar, uma vaga intuição, que é origem de certas ideias que surgem espontaneamente.

TRANSMISSÃO OCULTA DO PENSAMENTO: Todo pensamento irradia as características do estado mental que o envolve - felizes ou menos felizes. Emitindo uma ideia, o homem passa a refletir as que se assemelham, mantendo-o em comunicação com todas as mentes que tenham o mesmo modo de pensar. Da mesma forma que os indivíduos influenciam, são também influenciados. Pelos desejos, pela fixação de seus interesses, emitem e captam certa ordem de ideias em regime de influência recíprocas. É nesse regime que, durante o sono, os Espíritos comunicam entre si suas ideias. Portanto, mesmo que a "mente" do homem não queira, o Espírito revela a outros o objeto das suas preocupações.

O Espírito não está encerrado no corpo como numa caixa: ele irradia em todo o seu redor; eis por que poderá comunicar-se com outros Espíritos, mesmo no estado de vigília, embora o faça mais dificilmente (LE, perg. 420).

Cada Espírito, segundo a Codificação, é uma unidade indivisível, que pode irradiar seus pensamentos para diversos pontos, sem que se fracione para tal efeito. É nessa transmissão oculta de pensamentos que alguns Espíritos têm, muitas vezes, as mesmas ideias, sem necessidade da exteriorização da linguagem falada; é assim que expressam-se na linguagem dos Espíritos.

QUESTIONÁRIO:

B - VISITAS ESPÍRITAS ENTRE OS VIVOS - TRANSMISSÃO OCULTA DO PENSAMENTO

1 - O que permite ao Espírito tornar-se visível durante o sono do corpo?

2 - Pode-se dizer que durante o sono a alma possui duas existências?

3 - Como se explica a origem de certas ideias que surgem espontaneamente?


Fonte da imagem: Internet Google.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

19ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE A: SONO E OS SONHOS

EMANCIPAÇÃO DA ALMA

O SONO: O sono, para o corpo físico, é comparável à morte, aparente e incompleta; e por isso diz-se comumente que o homem morre todos os dias. Não obstante estar ligado ao corpo durante toda a vida, o Espírito não está tão aprisionado a ponto de não poder desfrutar de uma liberdade relativa; quando o corpo dorme, surgem os sonhos, frestas amplas, através das quais se tem a visão de cenas da Espiritualidade.

O sono é uma função normal de defesa do organismo físico, pois é através dele que se recuperam as energias despendidas na vigília. O sono é, portanto, um fenômeno físico que, libertando parcialmente a alma do corpo, propicia o sonho. Na realidade, um terço de sua vida o homem passa dormindo. Durante o sono, o Espírito não fica em repouso; os liames que o unem ao corpo se afrouxam e o corpo não necessita do Espírito. Então ele percorre o espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos (LE, perg. 401).

Por efeito do sono, os seres encarnados e desencarnados podem, portanto, manter um contato; a isto pode-se chamar de emancipação da alma. Ficando o corpo inativo, o Espírito se desprende e passa a viver a vida espiritual, havendo, portanto, grande similitude com o estado em que estará de maneira permanente após a morte (LE, perg. 402).

No momento em que o Espírito se desprende do corpo, o laço fluídico que o prende à vida carnal alonga-se, acompanhando-o para onde for, pois esse laço somente se rompe definitivamente quando da extinção absoluta da atividade do corpo; ao passo que enquanto o corpo vive, o Espírito, a qualquer distância que esteja, retorna instantaneamente, sempre que a sua presença se fizer necessária. O sono é, portanto, o prelúdio do sonho, quando o Espírito emancipado vai procurar os que lhe são afins, tudo dependendo da sua superioridade ou inferioridade.

OS SONHOS: Deste modo, o sonho é a lembrança do que o Espírito vive durante o sono.

Nessas horas de libertação, o Espírito adquire mais consciência, podendo ter visões do passado e previsão de coisas que acontecerão no futuro, sendo-lhe viável um contato mais estreito com os Espíritos de ordem mais elevada, desde que ele tenha uma vida equilibrada e moralizada, como também com Espíritos menos puros, se se tratar de um indivíduo de maus instintos ou que vive mergulhado nas coisas deprimentes do mundo.

No entanto, não recordamos sempre dos sonhos, porque o corpo é de matéria pesada e grosseira e dificilmente conserva as impressões recebidas pelo Espírito, mesmo porque o Espirito não as percebeu pelos órgãos do corpo (Le, perg. 403). Pode-se classificar os sonhos em duas categorias distintas: sonhos do subconsciente e sonhos reais ou inteligentes.

SONHOS DO SUBCONSCIENTE: São reproduções de ideias e pensamentos, impressões que afetam a mente na vigília, fatos comuns da vida normal. Entram nessas espécies de sonho o temperamento imaginativo e seus recalques. O que caracteriza esses sonhos são os aspectos confusos e nebulosos, a falta de coerência e de nitidez. O Espírito vê aquilo que deseja, porque vai procurá-lo. É preciso não esquecer que, durante o sono, a alma está mais ou menos sob a influência da matéria e que, por conseguinte, nunca se liberta completamente de suas ideias terrenas, donde resulta que as preocupações do estado de vigília podem dar ao que se vê a aparência do que se deseja, ou do que se teme. (LE, perg. 405).

Portanto, este tipo de sonho tem origem no estado psicológico do homem, ao transpor para as imagens oníricas seus desejos reprimidos, suas preocupações e seus temores.

SONHOS REAIS OU INTELIGENTES: São reproduções daquilo que se vê, ouve e sente; o contato que se faz com pessoa ou coisa desses lugares; consiste em visões perfeitas, diretas e objetivas. Isto, naturalmente, para os Espíritos encarnados mais elevados. Para a grande maioria dos Espíritos que ainda não se desprendeu completamente das coisas materiais, prevalece a lei que rege o planeta, mantendo-se o véu da obscuridade.

É por isto que nem sempre o homem se lembra desses sonhos, pois que ainda tem a alma em desalinho e não lhe resta mais do que a lembrança da perturbação que acompanha e não lhe resta mais do que a lembrança do que o preocupa em estado de vigília. No entanto, quando esses sonhos são lembrados, revelam nitidez, clareza, lógica e colorido, características dos sonhos reais. Este fato pode acontecer com relação aos Espíritos encarnados mais elevados, que podem ter uma clarividência mais definida porque guardam na memória, ao voltarem, os acontecimentos verificados, quer digam respeito à existência presente ou às vidas passadas, ou ao que lhes vai suceder no futuro.

Para ilustração desses sonhos lúcidos, pode-se mencionar o sonho de Joana D'Arc, de Jacó e dos antigos profetas judeus; são lembranças da vida espiritual que a alma vê, inteiramente desprendida do corpo físico. Eles são verdadeiros no sentido de apresentarem imagens reais para o Espírito, mas que, frequentemente, não têm relação com o que se passa na vida corpórea. Muitas vezes, ainda, como já dissemos, são uma recordação. Podem ser, enfim, algumas vezes, um pressentimento do futuro, se Deus o permite, ou a visão do que se passa no momento em outro lugar, a que a alma se transporta (LE, perg. 404).

QUESTIONÁRIO:

A - O SONO E OS SONHOS

1 - O que acontece com o Espírito durante o sono do corpo?

2 - Por que nem sempre nos lembramos claramente dos sonhos?

3 - Estabeleça a distinção entre os sonhos do subconsciente e os sonhos reais?


Fonte da imagem: Internet Google.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

18ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE C: DEIXAI VIR A MIM OS PEQUENINOS

Então lhe apresentaram uns meninos para que os tocasse; mas os discípulos ameaçavam os que lho apresentavam. O que, vendo Jesus, levou-o muito a mal, e disse-lhes: "Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham. Em verdade vos digo que todo aquele que não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele." E abraçando-os, e pondo-os as mãos sobre eles, os abençoava (Marcos, 10:13-16)

Jesus tomou a infância como símbolo da pureza e da simplicidade; portanto, não havia em suas palavras a intenção de dizer que o Reino de Deus é apenas para as crianças, mas sim para todos aqueles que se lhes assemelham. Não poderia ser de outro modo, pois que o Espírito ao reencarnar traz consigo não só as qualidades conquistadas em vidas passadas, como também as imperfeições e as más tendências. A criança, no entanto, é sempre um exemplo vivo de pureza, e não foi outro o objetivo de Jesus ao tomá-la como paradigma para deixar à humanidade mais um ensinamento: somente os simples e humildes terão aceso aos planos mais sublimados da Espiritualidade, ou seja, o Reino de Deus.

A criança necessita de cuidados especiais, de carinho e desvelo maternos, cuja ternura aumenta ainda mais diante da fragilidade na infância. A criança deixaria de ter essa atenção e abnegação, se nela se revelassem nítidas manifestações do que foi em vida anterior. Tal quadro se agravaria ainda mais, se a mãe conhecesse seus antecedentes, pois, em muitos casos, pais e filhos são Espíritos antagônicos de vidas passadas.

O Espírito quando reencarna, entra num estado de perturbação e, paulatinamente, perde a consciência de si mesmo, esquecendo suas vidas passadas. Durante algum tempo ele permanece numa espécie de sono, conservando, no entanto, todas as suas faculdades em estado latente. Esse estágio transitório é necessário para que o Espírito tenha um novo ponto de partida, esquecendo tudo aquilo que possa representar obstáculo na nova existência corporal. Mas não deixa de sofrer uma reação do pretérito, conservando uma vaga intuição de toda a experiência adquirida. Após o nascimento, suas ideias retomam gradativamente o seu desenvolvimento, acompanhando o crescimento do corpo.

No período inicial da nova encarnação, o Espírito age realmente como criança, pois as ideias que marcarão seu caráter estão adormecidas. Por isto a criança é mais dócil nesta fase, tornando-se mais acessível às impressões que podem modificar sua condição evolutiva. Jesus tomou como exemplo de pureza e simplicidade a condição infantil, ao dizer venha a mim os pequeninos, não apenas nesta passagem evangélica, mas em muitas outras, conforme o relato do Evangelho de Mateus:

-Graças te dou, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos (Mateus, 11:25).

-Assim também não é da vontade do Pai que estás nos Céus, que um destes pequeninos se perca (Mateus, 18:14).

-Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos não o fizestes, não o fizestes a mim (Mateus, 25:45).

Jesus cercou-se sempre de criaturas simples e humildes, pois sabia que somente estes estavam aptos a assimilar suas palavras e seguir seus ensinamentos. A sua mensagem imorredoura era essencialmente endereçada aos brandos, aos pacíficos, aos humildes, aos sofredores de todos os matizes, aos pequeninos entre os homens; por isso ele exultou-se quando viu que os pequeninos e não os sábios e entendidos assimilaram a revelação do Reino de Deus.

Desse modo, Jesus usou esta imagem da criança para ilustrar a bem-aventurança dos puros de coração. A simplicidade e a humildade são inerentes à pureza de espírito, excluindo qualquer laivo de egoísmo e de orgulho.

QUESTIONÁRIO:

C - DEIXAI VIR A MIM OS PEQUENINOS

1 - Qual a mensagem de Jesus ao referir-se aos "pequeninos"?

2 - Como age o Espírito, no período inicial de sua encarnação? Desenvolva

3 - Graças te dou, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, que ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos (Mateus, 11:25) comente esta afirmação.


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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

18ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE B: SIMPATIAS E ANTIPATIAS TERRENAS - ESQUECIMENTO DO PASSADO

Frequentemente durante a romagem terrena, dois seres sentem-se naturalmente atraídos um pelo outro, em circunstâncias aparentemente fortuitas; ou inversamente, a sensação que surge é de antipatia e rejeição. Estes personagens não se reconhecem, porém, esta primeira impressão é resultante de encarnações anteriores, cujas experiências felizes ou desagradáveis emergem da memória espiritual de cada um.

Nem sempre é recomendável que eles se reconheçam; a recordação das existências passadas teria inconvenientes maiores do que pensais. Após a morte eles se reconhecerão e saberão em que tempo estiveram juntos (LE, perg. 386a). Afora estas circunstâncias, dois Espíritos que tenham afinidades se procuram sem que necessariamente se hajam conhecido em épocas remotas; fazem-no por identidade de objetivos e metas.

Além de os encontros que se dão entre certas pessoas não serem obra do acaso, mas sim o efeito de relações simpáticas, há, entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis.

O magnetismo é a bússola desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor (LE, perg. 388). Assim como a atração de um ser para outro resulta da simpatia, Espíritos antipáticos se reconhecem sem se falarem.

Dois Espíritos não são necessariamente maus pela ausência de simpatia, mas também pela falta de similitude do modo de pensar. Tal acontece por não serem afins. À medida em que eles se elevam, as diferenças se anulam e a antipatia desaparece. Um Espírito mau sente antipatia por aquele que possa julgá-lo e desmascará-lo. Ao sentir sua aproximação, já pela primeira vez percebe iminente desaprovação; reage então sob a forma de uma repulsa que se transforma facilmente em rancor, inveja e uma inspiração de fazer o mal.

O bom Espírito, por sua vez, pode afastar-se do mau porque sabe que não será por ele entendido; porém, consciente de sua superioridade não alimenta rancor nem inveja; limita-se a evitá-lo.

ESQUECIMENTO DO PASSADO: O Espírito quando reencarna, esquece totalmente o seu passado; porém, muitas pessoas acreditam que a lembrança de vidas anteriores, no decorrer da vida presente, seria de grande benefício. Mas, em cada reencarnação manifestam-se as tendências decorrentes da natureza do Espírito, a orientar seu comportamento mais correto; as boas inclinações indicam o progresso já realizado e as más, as paixões a serem superadas.

Inúmeras vezes, Espíritos que foram acerbos inimigos numa determinada vida, renascem no seio de uma mesma família, a fim de removerem as arestas e aprenderem a se amar; se relembrassem do passado, em muitos casos essa reconciliação se tornaria extremamente difícil. O homem nem pode nem deve saber tudo; Deus assim o quer, na sua sabedoria. Sem o véu que lhe encobre certas coisas, o homem ficaria ofuscado, como aquele que passa sem transição da obscuridade para a luz. Pelo esquecimento do passado, ele é mais ele mesmo (LE, perg. 392).

Em cada nova existência, o Espírito usufrui do conhecimento conquistado nas vidas passadas, estando em melhores condições de distinguir o bem do mal; ao retornar ao plano espiritual, descortina-se diante dele sua vida pregressa. Vê as faltas que cometeu e que deram origem aos seus sofrimentos, assim como o modo como as teria evitado; isto lhe servirá de orientação, caso tenha o mérito de escolher por si próprio uma nova encarnação, a fim de evitar e reparar os erros cometidos. Ele então escolhe provas semelhantes às que não soube aproveitar, ou os embates que melhor possam contribuir pra o seu adiantamento.

Mas, se não temos, durante a vida corpórea, uma lembrança precisa daquilo que fomos e do que fizemos de bem ou de mal em nossas existências anteriores, temos, entretanto, a sua intuição. E as nossas tendências instintivas são uma reminiscência do nosso passado, às quais a nossa consciência, - que representa o desejo por nós concebido de não mais cometer as mesmas faltas, - adverte que devemos resistir (LE, perg. 393). Se o homem não tem, portanto, lembranças precisas do passado, tem sempre a voz da consciência e suas tendências instintivas, que lhe permite o conhecimento de si mesmo.

Existem mundos mais evoluídos, onde seus habitantes guardam lembranças claras de suas existências passadas; mas isto é resultado da condição superior por eles conquistada, e que os leva a uma melhor compreensão e melhor aproveitamento da liberdade que Deus lhes permite desfrutar. Nesses mundos, onde não reina senão o bem, a lembrança do passado nada tem de penosa; é por isso que neles se recorda com frequência a existência precedente, como nos lembramos do que fizemos na véspera.

Quanto à passagem que se possa ter tido por mundo inferiores, a sua lembrança nada mais é, como dissemos, do que um sonho mau (LE, perg. 394). Mesmo em mundos como a Terra, e em casos muito especiais, existem pessoas que sabem o que foram e o que faziam; contudo, abstêm-se de dizê-lo abertamente, pois, do contrário, fariam extraordinárias revelações sobre o passado.

Assim, cabe ao homem suportar resignadamente as provas e expiações que lhe são pertinentes, sem a preocupação desnecessária de desvendar suas vidas passadas, a cada nova existência a justiça divina dar-lhe-á a oportunidade de retomar o curso do aprendizado interrompido, propiciando-lhe os recursos necessários para os devidos reajustes. Observando seu próprio caráter, ele sentirá, cada vez mais, a necessidade de superar suas imperfeições, pois basta que estude a si mesmo, e poderá julgar o que foi, não pelo que é, mas pelas suas tendências (LE, perg. 399).

QUESTIONÁRIO:

B - SIMPATIAS E ANTIPATIAS TERRENAS - ESQUECIMENTO DO PASSADO

1 - Como se explica a simpatia e antipatia à luz da Doutrina Espírita?

2 - Porque o esquecimento do passado representa valioso benefício para a evolução do Espírito?

3 - Sob que aspecto a análise de nossas tendências instintivas é importante para a reforma íntima?


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terça-feira, 16 de setembro de 2014

18ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE A: DA INFÂNCIA

RETORNO À VIDA CORPORAL

Frequentemente ocorre ser o Espírito que anima o corpo de uma criança, tão desenvolvido, ou mais ainda, do que o de um adulto, conforme o seu progresso anterior. Enquanto criança, os órgãos da inteligência estando ainda em desenvolvimento, não lhe põem à disposição todas as faculdades de um adulto. A sua inteligência permanecerá limitada, até que a idade amadureça e ele domine totalmente o novo organismo.

A perturbação que acompanha a encarnação não cessa de súbito com o nascimento e só se dissipa com o desenvolvimento dos órgãos. (LE, perg. 380). Segundo Emmanuel no livro "O Consolador", o Espírito no período infantil, até os sete anos, ainda se encontra em fase de adaptação à nova existência. Nessa idade, ainda não existe uma integração perfeita entre ele e a matéria orgânica. Suas recordações do plano espiritual são mais vivas, tornando-se mais suscetível de renovar o caráter e estabelecer novo caminho na consolidação dos princípios de responsabilidade, se encontrar nos pais legítimos representantes do colégio familiar.

Eis por que o lar é tão importante para a edificação do homem e por que tão profunda é a missão dos pais perante as leis divinas, pois é aí que a criança deve receber as bases do sentimento e do caráter. O estado infantil é uma necessidade do Espírito e corresponde aos desígnios da Providência, pois é um tempo de repouso para o Espírito (LE, perg. 382).

O objetivo da encarnação é o aperfeiçoamento do Espírito e o estado de infância torna-o acessível às impressões que recebe; sua nova fase de vida vai fundamentar-se nos novos registros inseridos a partir de então.

Daí os novos rumos limitados e dependentes deles e o aumento da probabilidade de sucesso na nova vida. As sábias leis divinas colocam-no em um meio onde ele só haure o que é útil, o que convém junto daqueles que estão incumbidos de educá-lo e talvez capacitados a lhe auxiliar o adiantamento. Aos pais e professores cumpre ponderar seriamente sobre este aspecto, pois o Espiritismo abre um novo capítulo na Psicologia Infantil e na Pedagogia, mostrando a importância da educação da criança, não apenas para a vida em curso, mas também para a sua perene e definitiva evolução espiritual.

Os estabelecimentos de ensino propiciam instruções, mas somente a família consegue educar; a universidade forma o cidadão, mas somente o lar edifica o Espírito. O primeiro sinal de vida da criança é expresso pelo choro para excitar o interesse da mãe e provocar os cuidados necessários (LE, perg. 348).

Se a sua manifestação fosse em hosanas de alegria, as reações seriam tão diferentes que poucos se inquietariam com as suas necessidades. Em tudo erige-se a sabedoria divina.

A mudança que se opera no caráter das criaturas ao atingirem certa idade, particularmente a partir da adolescência, deve-se ao fato de o Espírito retomar paulatinamente a sua natureza e mostrar-se qual era em encarnação anterior. O que o Espírito foi, é ou será, permanece oculto na inocência da criança. Isso permite que, no caso de Espíritos antagônicos, receba todas as manifestações de carinho e amor essenciais para que se lhe conceda a oportunidade adicional de redimir-se. Assim não procederiam os pais, se ao invés da criança cheia de graça e ingenuidade, se encontrassem sob os traços infantis um Espírito adulto, mostrando o seu verdadeiro caráter e instinto.

A infância tem ainda outra utilidade: os Espíritos não ingressam na vida corpórea senão para se aperfeiçoarem, para se melhorarem; a debilidade dos primeiros anos os torna flexíveis; acessíveis aos conselhos da experiência e daqueles que devem fazê-los progredir. É então que se pode reformar o seu caráter e reprimir as suas más tendências.

Esse é o dever que Deus confiou aos pais, missão sagrada pela qual terão que responder. É assim que a infância não é somente útil, necessária, indispensável, mas ainda a consequência natural das leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo (LE, perg. 385).

QUESTIONÁRIO:

A - DA INFÂNCIA

1 - O Espírito de uma criança pode ser mais evoluído que o de seus pais?

2 - Por que o período de 1 a 7 anos é decisivo na formação do caráter e da personalidade do Espírito reencarnante?

3 - O estado infantil é um tempo de repouso para o Espírito. Explique.


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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

17ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE C: SUICÍDIO E LOUCURA

E ele (Judas), atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se (Mt, 27:5).

O suicídio e a loucura representam dois graves problemas que assolam a Humanidade. O suicídio é um atentado contra as leis divinas, pois significa a fuga das responsabilidades e dos encargos da vida; é uma forma de deserção dos compromissos assumidos antes da encarnação, tendo como consequência a anulação de uma existência, fato que, inapelavelmente, demandará um novo recomeço no futuro.

De nada adianta pôr um fim à vida, uma vez que a pessoa que assim procede, além de ter que expiar de maneira bastante penosa a transgressão cometida, terá de reencarnar, por vezes com deformidades físicas, para tentar novamente vencer as provas que a misericórdia divina lhe concedeu. A incredulidade, a simples dúvida quanto ao futuro, as ideias materialistas, em uma palavra, são os maiores incentivadores do suicídio: eles produzem, a frouxidão moral (ESE, cap. V, ítem 16).

Ao acreditar que tudo termina com a morte do corpo, o indivíduo não hesita em premeditar a fuga da vida, por julgar que isto não acarretará consequências mais graves, uma vez que tudo se dilui no nada. A loucura, por sua vez, representa, em muitos casos, a consequência de erros humanos, principalmente quanto tem por origem os vícios degradantes que afetam os sentidos, atingindo a mente, anulando a vontade, abalando a fé, solapando as convicções mais íntimas.

Em outros casos, a loucura pode ser provocada por influência de Espíritos vingativos que pretendem um ajuste de contas de vidas pretéritas. Muitos desses casos devem-se à atuação de Espíritos desencarnados que não sabem perdoar. O suicídio, assim como a loucura, pode ter como causa ainda o uso desenfreado do álcool, o que conduz à insensatez e inconsciência das atitudes.

No entanto, o indivíduo é sempre responsável pelas consequências nefastas de seus atos. O álcool não resolve as vicissitudes humanas; enganam-se aqueles que, em vez de robustecerem na fé em Deus e em si mesmos; na religiosidade, preferem refugiar-se no mundo tenebroso do alcoolismo e das drogas. A calma e a resignação adquiridas na maneira de encarar a vida terrena, e a fé no futuro, dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preventivo da loucura e do suicídio (ESE, cap. V, ítem 14).

A Doutrina Espírita, em sua mensagem consoladora, ensina a enfrentar com altivez os reveses da vida, ao revestir o homem com a couraça da fé raciocinada, com a qual poderá enfrentar com galhardia as adversidades da vida. Ela mostra ainda, pelo intercâmbio com o mundo invisível, os próprios Espíritos de suicidas que revelam a situação aflitiva em que se encontram no plano espiritual, provando assim que não se viola as leis de Deus impunemente.

Numerosos argumentos tem o espírita para se opor à ideia de suicídio: a certeza de que, abreviando a sua vida, chega a um resultado completamente diferente do que esperava; que foge de um mal para cair em outro ainda pior, mais demorado e mais terrível; que se engana ao pensar que, ao se matar, irá mais depressa para o céu; que o suicídio é um obstáculo à reunião, no outro mundo, com as pessoas de sua afeição, que lá espera encontrar.

Comparando, pois, os resultados das doutrinas materialistas e espírita, sob o ponto de vista do suicídio, vemos que a lógica de uma conduz a ele, enquanto a lógica de outra o evita, o que é confirmado pela experiência (ESE, cap. V, ítem 17).

QUESTIONÁRIO:

C - SUICÍDIO E LOUCURA

1 - Quais as principais causas do suicídio e da loucura?

2 - Qual a situação dos suicidas no plano espiritual?

3 - Compare os pontos de vista do materialista e do espírita, com relação à ideia de suicídio?


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terça-feira, 9 de setembro de 2014

17ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE B: IDIOTISMO E LOUCURA

Há casos de Espíritos dotados de qualidades intelectuais, mas que renascem em corpos, cujos órgãos, pouco desenvolvidos ou atrofiados, limitam as suas faculdades: é o caso da idiotia e da loucura. Se uma parte ou conjunto desses órgãos forem alterados, sua ação ou suas impressões ficam interrompidas. Se ele (o Espírito) perde os olhos, fica cego; sem os ouvidos, fica surdo etc... Imagina agora se o órgão que preside aos efeitos da inteligência e da vontade for parcial ou inteiramente atacado ou modificado... O Espírito, só tendo então a seu serviço órgãos incompletos ou alterados, deve entrar numa perturbação de que, por si mesmo e no seu foro íntimo, tem perfeita consciência, mas cujo curso já não pode deter (LE, perg. 375).

São esses os casos, tanto de idiotia como de loucura, classificados pela medicina como anomalias patogênicas do cérebro, podendo ter como causa orgânica o traumatismo craniano, meningite, entre outros. No caso de idiotia, existe uma inibição do cérebro, causada por lesões ou estímulos acima de sua capacidade de absorção.

Porém, de acordo com a Doutrina Espírita, deve-se esclarecer que as causas, tanto da idiotia quanto da loucura, vão além de questões meramente físicas patológicas. São, por princípio, o reflexo da Lei de Causa e Efeito.

Portadores de tais anomalias, esses Espíritos são aqueles que se comprometeram moralmente em vidas pretéritas e que agora sofrem as consequências de seus desvios, por absoluta impossibilidade de se manifestarem através de seus órgãos mal formados. No entanto, esses Espíritos são frequentemente mais inteligentes do que podemos imaginar. A superioridade moral não está sempre na razão da superioridade intelectual, e os maiores gênios podem ter muito a expiar; daí resulta frequentemente para eles uma existência inferior às que já tenham vivido; que é uma causa de sofrimento (LE, perg. 373a).

Importa considerar ainda que segundo o Dr. Bezerra de Menezes, no livro "A Loucura sob novo Prisma", existem casos de desequilíbrio, sem que haja necessariamente causas materiais, ou seja, lesões nos órgãos ou no cérebro. Aqui, somente a Doutrina Espírita pode explicar, pois trata-se de atuação fluídica de Espíritos desencarnados sobre a mente do Espírito encarnado.

Esses casos caracterizam-se por uma das formas de obsessão.

QUESTIONÁRIO:

B - IDIOTISMO E LOUCURA

1 - Qual a causa espiritual da loucura?

2 - Quais as causas materiais da loucura e da idiotia?

3 - Pode haver casos de loucura sem que haja necessariamente lesões cerebrais?


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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

17ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE A: INFLUÊNCIA DO ORGANISMO

RETORNO À VIDA CORPORAL

A matéria não é mais que o envoltório do Espírito, como a roupa é o envoltório do corpo. O Espírito, ao unir-se ao corpo, conserva os atributos da natureza espiritual (LE, perg. 367).

Contudo, se por um lado o exercício das faculdades depende dos órgãos que lhe servem de instrumentos, por outro lado, essas faculdades são enfraquecidas pela densidade da matéria, qual um vidro opaco que limita a irradiação da luz.

Os órgãos são os instrumentos da manifestação das faculdades da alma. Essa manifestação está subordinada ao desenvolvimento e ao grau de perfeição dos respectivos órgãos, como a excelência de um trabalho à excelência da ferramenta. (LE, perg. 369).

Deste modo, para o Espírito encarnado torna-se um dever zelar pela boa preservação do corpo físico, mantendo-o a salvo de vícios ou excessos de qualquer natureza que possam restringir a liberdade de expressão do Espírito.

Por outro lado, importa considerar que não há necessariamente uma relação entre o desenvolvimento dos órgãos cerebrais e o das faculdades morais e intelectuais, pois não são os órgãos que lhe dão as faculdades, mas as faculdades que impulsionam o desenvolvimento dos órgãos (LE, perg. 370).

Se as faculdades tivessem os seus princípios nos órgãos, o homem seria uma máquina, sem livre-arbítrio e sem a responsabilidade dos seus atos (LE, perg. 370a).

Efetivamente, a diversidade de aptidões entre os homens decorre das qualidades do Espírito; é assim que os gênios, sábios e artistas não o são porque o acaso lhes deu órgãos especiais, mas devido às conquistas do Espírito. Não se pode, porém, deixar de levar em conta a influência do organismo que pode entravar mais ou menos o exercício das faculdades do Espírito.

QUESTIONÁRIO:

A - INFLUÊNCIA DO ORGANISMO

1 - Qual a influência do organismo na vida do Espírito?

2 - A manifestação das faculdades do Espírito está condicionada aos órgãos físicos. Comente

3 - Existe uma relação entre o desenvolvimento do cérebro e as faculdades morais e intelectuais?


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terça-feira, 2 de setembro de 2014

16ª AULA - CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO 1º ANO - FEESP

PARTE C: PECADO POR PENSAMENTO E ADULTÉRIO

"Ouviste o que foi dito aos antigos: não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo o que olhar para uma mulher cobiçando-a, já no seu coração cometeu adultério com ela" (Matheus, 5:27-28).

Esta passagem evangélica lembra o drama de uma mulher adúltera que foi salva por Jesus de um iminente apedrejamento. Ela corria descontrolada pelas ruas de Jerusalém, perseguida por homens fanáticos que desejavam cumprir uma prescrição da lei de Moisés. Ela havia sido apanhada em flagrante adultério, e a lei era sumamente severa na punição de atos desta natureza. A lei mosaica prescrevia punição rigorosa para a mulher e o homem adúlteros, muito embora, na grande maioria dos casos, somente a mulher fosse penalizada.

Os escribas e fariseus a trouxeram à presença de Jesus e disseram-lhe: “Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. Moisés ordenou que pecados desse gênero seja punidos com o apedrejamento. Que dizeis vós?” (João, 8:3-11). Era uma situação verdadeiramente embaraçosa, pois, se Jesus dissesse: "Podem lapidá-la", estaria negando toda a finalidade de seu advento entre os homens. Por outro lado, se dissesse que ela não deveria ser apedrejada, seria acusado perante as autoridades religiosas de estar contrariando a lei mosaica, o que constituía uma grave heresia.

Em face da indagação por parte dos acusadores, Jesus respondeu:

"Aquele que se julgar sem pecados, atire a primeira pedra." Esta sentença esfriou o ânimo dos acusadores, que abandonaram o local, e a decisão final do Mestre foi uma recomendação à mulher: "Nem eu te acuso, vai e não peques mais" (ESE, cap. X, ítens 12 e 13).

Jesus despediu a mulher sem condená-la, embora soubesse das imperfeições que dominavam os corações daqueles homens; prova disso está na atitude por eles demonstrada, quando o Mestre deu a sua resposta; sentindo seus corações cheios de sentimentos negativos, jogaram fora as pedras que estavam em suas mãos e se retiraram.

Eles eram adúlteros porque alimentavam o ódio, o rancor, a vingança e o falso zelo religioso; preocupavam-se muito em cumprir uma lei de caráter transitório, implantada por Moisés, mas deixavam de lado a prática das leis eternas e imutáveis, contidas no Decálogo. Deste modo, o adultério, nos moldes como foi exposto por Jesus Cristo, não deve ser compreendido apenas no sentido restrito da palavra ou da forma como é entendida pelos homens. Deve ser encarado com um sentido mais amplo, pois a verdadeira pureza não está apenas nos atos, mas também no pensamento, porque aquele que tem o coração livre de sentimentos escusos, nem sequer pensa no mal.

ADÚLTEROS, portanto, são todos aqueles que se entregam aos maus pensamentos em relação ao seu semelhante, não importando se conseguiram ou não realizá-los. O homem evangelizado, que jamais concebe maus pensamentos em seu íntimo, já conquistou uma posição moral mais elevada; aquele que ainda não consegue libertar-se de tais pensamentos, mas consegue repeli-los, está a caminho de alcançar uma elevação espiritual. Mas, todo aquele que se compraz em pensamentos inferiores, alimentando-os em seu coração, ainda está sob jugo de influências negativas, e são adúlteros na também acepção da palavra.

Quando Jesus asseverou que quem olhar para uma mulher, alimentando um mau pensamento em relação a ela, já cometeu adultério (ESE, cap. VIII, ítem 5), referia-se naturalmente, àqueles que se enquadram na última categoria: são todos aqueles que se comprazem com os pensamentos inferiores que aninharam em seus corações; e se não chegaram a concretizar seus propósitos, é porque certamente ainda não se lhes deparou a oportunidade desejada.

QUESTIONÁRIO:

C - PECADO POR PENSAMENTO E ADULTÉRIO

1 - O adultério, nos moldes como foi expiado por Jesus Cristo, deve ser entendido no sentido exclusivo dessa palavra, ou tem um sentido mais amplo?

2 - A quem se estende o conceito de adúltero?

3 - É condenável um mau pensamento, mesmo que não concretizado? Comente


Fonte da imagem: Internet Google.