CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO ESPÍRITA: PACIÊNCIA, INDULGENCIA, FÉ, HUMILDADE, DIGNIDADE E CARIDADE.

terça-feira, 25 de junho de 2013


6ª. AULA

CURSO PREPARATÓRIO DE ESPIRITISMO - FEESP

PARTE B: O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Esse livro de doutrina terá considerável influência, pois que explana questões capitais, e não só o mundo religioso encontrará nele as máximas que lhe são necessárias, como também a vida prática das nações haurirá dele instruções excelentes. Fizeste bem enfrentando as questões de alta moral prática, do ponto de vista interesses gerais, dos interesses sociais e dos interesses religiosos.

A dúvida tem que ser destruída; a terra e suas populações civilizadas estão prontas; já de há muito os teus amigos de além-túmulo as arrotearam; lança, pois, a semente que te confiamos, porque é tempo de que a terra gravite na ordem irradiante das esferas e que saia, afinal da penumbra e dos nevoeiros intelectuais.

Estas reflexões, em comunicação do Espírito que orientava Kardec, respondem à sua pergunta: ”Que pensas da nova obra que trabalho neste momento?”. (Obras Póstumas, 2ª parte, 9 de agosto de 1863).

Surge O Evangelho Segundo o Espiritismo e, em sua “Introdução” são explicitados os objetivos e plano de elaboração.

Podemos dividir as matérias contidas nos Evangelhos em cinco partes:

1) Os atos comuns da vida do Cristo;

2) Os milagres;

3) As profecias;

4) As palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja;

5) O ensino moral.

Se as quatro primeiras partes têm sido objeto de discussões, a última permanece inatacável.

Diante desse código divino, a própria incredulidade se curva. É o terreno em que todos os cultos podem encontrar-se, a bandeira sob a qual todos podem abrigar-se, por mais diferentes que sejam as suas crenças. Porque nunca foi objeto de disputas religiosas, sempre e por toda a parte provocada pelos dogmas.

E prossegue: Reunimos nesta obra os trechos que podem constituir, propriamente falando, um código de moral universal, sem distinção de cultos. Nas citações conservamos tudo o que era de utilidade ao desenvolvimento do pensamento, suprimindo apenas as coisas estranhas ao assunto.

As máximas foram agrupadas e distribuídas metodicamente segundo a sua natureza, de maneira a que umas se deduzissem das outras, tanto quanto possível.

O Evangelho Segundo o Espiritismo constitui-se de um prefácio, vinte e sete capítulos e uma coletânea de prece. Tem sete conexões com o Antigo Testamento e cento e trinta e quatro com o Novo Testamento.

Segundo a natureza dos assuntos, os três primeiros se encadeiam: “Não vim destruir a lei”; “Meu reino não é deste mundo”; “Há muitas moradas na casa de meu Pai”.

Deduzem-se dos outros, tanto quanto possível. Esta obra é disposta numa ordem lógica, aborda aspectos filosóficos e científicos e trata dos ensinamentos de Jesus, em seu aspecto moral.

Perpetuando-se ao longo dos séculos, citamos os ensinamentos:

- O Espiritismo é a Ciência nova que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo material.

- Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações. (Cap. XVII, item 4).

- Fé inabalável é só a que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade. (Cap. XIX, item 7).

- Fora da caridade não há salvação. (Cap. XV, item 10).

Edgard Armond, em seu livro O Redentor, escreve no Prólogo: “O Espiritismo arrancou o Evangelho das sombras místicas das concepções dogmáticas e o apresentou ao povo, indistintamente, aberto e refulgente, expressivo e edificante, como a força que mais poderosamente realiza transformações morais, no mais íntimo das almas, e impulsiona os homens para as luzes da redenção”.

BIBLIOGRAFIA:

Armond, Edgard - O Redentor

Kardec, Allan - O Evangelho Segundo o Espiritismo

Kardec, Allan - Obras Póstumas.

QUESTIONÁRIO:

1 - O que é O Evangelho Segundo o Espiritismo?

2 - Por que Kardec priorizou os ensinamentos morais de Jesus neste livro?

3 - Na sua opinião, qual a importância de O Evangelho Segundo o Espiritismo?

terça-feira, 18 de junho de 2013


6ª. AULA

CURSO PREPARATÓRIO DE ESPIRITISMO - FEESP

PARTE A: A PARÁBOLA DO SEMEADOR

Introdução – Conceito de Parábola:

Há dois mil anos, Jesus esteve conosco, trazendo lições para as multidões que o seguiam.

Falou a seus discípulos, em certa ocasião: “Muitas das coisas que vos digo ainda não as compreendeis e muitas outras teria a dizer, que não compreenderíeis, por isso é que vos falo por parábolas. Mais tarde, porém, enviar-vos-ei o Consolador, o Espírito da Verdade, que restabelecerá todas as coisas e vo-los explicará todas”. (Jô, 14 e 16).

Que é uma Parábola? – É uma narração alegórica na qual o conjunto de elementos evoca, por comparação, outras realidades de ordem superior. Pode ser considerada uma narração alegórica que encerra doutrina moral. Sendo que, alegoria é a exposição de um pensamento sob a forma figurada.

A Doutrina espírita vem trazer novos ensinamentos necessários ao nosso melhor entendimento sobre as lições em forma de parábolas, que Jesus nos trouxe.

Jesus, sobre muitos os pontos se limitou a lançar o gérmen de verdades que ele mesmo declarou não poderem ser então compreendidas.

Falou de tudo, mas em termos mais ou menos claros, de maneira que, para entender o sentido oculto de certas palavras, era preciso que novas ideias e novos conhecimentos viessem dar-nos a chave.

Essas ideias não poderiam surgir antes de um certo grau de amadurecimento do espírito humano. A Ciência devia contribuir poderosamente para o aparecimento e desenvolvimento dessas ideias. Era preciso, pois, dar tempo à Ciência para progredir. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. I, item 4).

 “Naquele dia, saindo Jesus de casa, assentou-se à borda do mar”.

E vieram para ele muitas gentes, de tal sorte que, entrando em uma barca, se assentou; e toda a gente estava em pé na ribeira.

E lhes falou muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis aí que saiu o que semeia a semear.

E quando semeava, uma parte das sementes caiu junto da estrada, e vieram as aves do céu, e comeram-na. Outra, porém, caiu em pedregulho, onde não tinha muita terra, e logo nasceu porque não tinha altura da terra. Mas saindo o sol a queimou, e porque não tinha raiz, se secou.

Outra igualmente caiu sobre os espinhos, e cresceram os espinhos, e estes a sufocaram.

Outra enfim caiu em boa terra, e dava fruto, havendo grãos que rendiam a cento por um, outros a sessenta, outros a trinta. O que tem ouvidos de ouvir, ouça. (Mateus, 13:1-9).

“Ouvi, pois, vós outros, a parábola do semeador”. Todo aquele que ouve apalavra do Reino e não a entende, vem o mau e arrebata o que se semeou no seu coração; este é o que recebeu a semente junto da estrada.

E o recebeu a semente no pedregulho, é o que ouve a palavra, e a recebe com alegria, mas como não tem raiz em si mesmo, chegando as angústias e perseguições, ofende-se.

E o que foi semeado entre espinhos, este é o ouve a palavra, porém os cuidados deste mundo e o engano das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutuosa.

E o que recebeu a semente em boa terra, este é o que ouve a palavra e a entende, e dá fruto; e assim um dá cento, e outro sessenta, e outro trinta por um” (Mateus, 13:18-23).

A parábola da semente representa perfeitamente as diversas maneiras pelas quais podemos aproveitar os ensinamentos do Evangelho.

Quantas pessoas há, na verdade, para as quais eles não passam de letra morta, que, à semelhança das sementes caídas nas pedras, não produzem nenhum fruto!

Outra aplicação, não menos justa, é a que se pode fazer às diferentes categorias de espíritas.

Não nos oferece o símbolo dos que se apegam apenas aos fenômenos materiais, não tirando dos mesmos nenhuma consequência, pois que neles só veem um objeto de curiosidade?

Dos que só procuram o brilho das comunicações espíritas, interessando-se apenas enquanto satisfazem-lhes a imaginação, mas que após ouvi-las, continuam frios e indiferentes como antes.

Que acham muito bons os conselhos e os admiram, mas para aplicá-los aos outros e não a si mesmos.

Desses, finalmente, para os quais essas instruções são como as sementes que caíram na boa terra e produzem frutos. (O Evangelho Segundo o Espiritismo).

BIBLIOGRAFIA: Kardec, Allan - O Evangelho Segundo o Espiritismo.

QUESTIONÁRIO

1 - O que é uma parábola?

2 - Por que Jesus muitas vezes falou por parábolas?

3 - Como se pode comparar as sementes da parábola às diferentes categorias de espíritas?

terça-feira, 11 de junho de 2013


5ª. AULA

CURSO PREPARATÓRIO DE ESPIRITISMO - FEESP

PARTE B: O Valor da Prece

“E quando orardes, não imiteis os hipócritas que costumam exibir-se, orando em pé nas sinagogas e nos cantos das ruas, para serem vistos pelos homens; em verdade vos digo que eles já receberam a sua recompensa. Mas, quando orardes, entrai em vosso quarto e fechai a porta, orai a vosso Pai em secreto, e vosso Pai, que vê o que se passa em secreto, vos recompensará. E quando orardes, não faleis muito, como fazem os gentios, que pensam que é pelo muito falar que serão ouvidos. Não vos torneis, pois, semelhantes a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes mesmo que lho peçais.” (Mateus, 6: 5-8.).

"Por isso vos digo: tudo o que pedirdes, orando, crendo que o haveis de obter, ser-vos-á dado. Mas quando vos puserdes em oração, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-a, para que também vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe os vossos pecados. Pois, se vós não perdoardes também vosso Pai que está nos céus, não vos perdoará os vossos pecados.” (Marcos, 11: 24-26.).

"E propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, como se fossem justos, e desprezavam os outros: Subiram dois homens ao templo para orar; um era fariseu, o outro publicano. O fariseu, posto em pé, orava no seu interior desta forma: 'Graças te dou, ó Deus, que não sou como os demais homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes na semana e pago o dízimo de tudo o que possuo'. O publicano, porém, mantendo-se à distância, não ousava sequer levantar os olhos para o céu, mas batia no seu peito, dizendo: 'O Deus, tem piedade de mim pecador.' Digo-vos que este voltou justificado para a sua casa, e não o outro, porque todo o que se exalta será humilhado, e todo o que se humilha será exaltado. "(Lucas, 18:9-14).

As qualidades da prece foram, assim, distintamente definidas por Jesus, quando nos recomendou que, ao orarmos, não procurássemos exibir-nos, mas que fizéssemos sem afetação, em segredo, com simplicidade e sem muitas palavras, porque não será pelo muito falarmos que seremos ouvidos, mas pela sinceridade com que fizermos a prece.

Se tivermos algum ressentimento com alguém, devemos perdoá-lo antes de orarmos, porque somente será agradável a Deus a prece dita com fé, com fervor e sinceridade, plena de caridade com o próximo.

Na prece devemos tomar uma atitude humilde como a do publicano, e não orgulhosa como a do fariseu.

Muitos contestam a eficácia da prece sob a alegação de que, conhecendo Deus as nossas necessidades, será supérfluo que lha exponhamos, acrescentando ainda que as nossas súplicas não podem modificar os desígnios de Deus, já que todo o Universo se encadeia por leis eternas e imutáveis.

Compreendemos e concordamos que as leis de Deus são eternas e

sábias e devem ser cumpridas, porém, nem todas as circunstâncias de nossas vidas estão submetidas à fatalidade.

Somos senhores de um livre-arbítrio relativo para dele fazermos uso e tomarmos iniciativa, e se Deus nos deu raciocínio e inteligência foi para que deles nos servíssemos, assim como da vontade para querermos e da atividade para agirmos.

De nossa iniciativa se originam acontecimentos que escapam forçosamente à fatalidade e que nem por isso destroem a harmonia das leis universais; assim, Deus pode atender a certos pedidos sem infirmar a imutabilidade das leis que regem o conjunto, dependendo sempre isso do consentimento de Sua vontade.

Seria ilógico também concluir que basta pedirmos, para obtermos tudo o que quisermos.

Invariavelmente obteremos respostas para nossas súplicas, porém a concessão nem sempre vem de acordo com nossos desejos, ou melhor, a imperfeita compreensão que temos das nossas verdadeiras necessidades nos leva a concluir, erradamente sobre a não satisfação dos nossos pedidos.

A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar Nele; é aproximasse Dele; é pôr-se em comunicação com Ele. A três coisas podemos propor-nos por meio da prece: louvar, pedir, agradecer. (L.E., 659).

Devemos orar no começo e no fim de cada trabalho: no começo para elevarmos nossas alma e atrairmos os Espíritos esclarecidos e bons, e no fim, para agradecermos os benefícios e ensinamentos que houvermos recebido.

Seja a nossa prece curta, humilde e fervorosa, muito mais um transporte do nosso coração do que uma fórmula decorada.

A prece, para ser eficaz, não deve ser uma recitação, mas um ato de vontade capaz de atrair as boas vibrações do Plano Espiritual e as irradiações do Divino Foco.

A prece deve ser improvisada de preferência, porque assim a preocupação com o que estamos dizendo, prende a nossa atenção e favorece o nosso desprendimento.

Deve ser curta. Não é a quantidade de palavras que representa o verdadeiro sentimento da criatura.

A prece deve ser cultivada, não para que sejam revogadas as disposições das leis divinas, mas, a fim de que a coragem e a paciência inundem o coração de fortaleza nas lutas ásperas, porém necessárias.

A alma, em se voltando para Deus, não deve ter em mente senão a humildade sincera na aceitação de sua vontade superior.

 "Ninguém pode imaginar, enquanto na Terra, o valor, a extensão e a eficácia de uma prece, nascida na fonte viva do sentimento.” ("Mediunidade no lar", mensagem de Emmanuel).

Oração Dominical - De todas as preces, o "Pai Nosso", ou oração dominical, é a que por consenso ocupa o primeiro lugar, quer porque foi ensinada pelo próprio Mestre, quer porque a todas pode substituir, conforme o pensamento que se lhe atribui. É o mais perfeito modelo de concisão, verdadeira obra-prima de sublimidade em sua simplicidade.

Apesar de breve, resume nas suas sete proposições todos os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo; é uma profissão de fé, um ato de adoração e de submissão, o pedido de coisas necessárias à vida e o princípio da caridade.

“Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o vosso nome. Venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade, assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Assim seja.” (Mateus,VI,9-13) (Em Lucas, acrescenta-se: "Pois vossos são o reino, o poder e a glória, para sempre.)

Bibliografia: KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. XAVIER, F. C. - Emmanuel.

Questionário

1) O que é a prece?

2) Como devemos orar para que a prece tenha valor?

3) Na sua opinião, qual é o valor da prece?

terça-feira, 4 de junho de 2013


5ª. AULA

CURSO PREPARATÓRIO DE ESPIRITISMO - FEESP

PARTE A: O MAIOR MANDAMENTO

"Mas os fariseus, tendo sabido que Ele fizera calar os saduceus, se reuniram em conselho. E um deles, que era doutor da lei, para o tentar fez esta pergunta: Mestre, qual é o grande mandamento da lei! Respondeu Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante ao primeiro é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Estes dois mandamentos contêm toda a lei e os profetas. "(Mateus, 22:34-40) Vejam-se também: Marcos, 12:28-34 e Lucas, 10:25-28).

Verdadeiramente, Jesus proclamou por esses dois mandamentos ("amar a Deus e ao próximo"), que fazer isso vale muito mais do que seguir todas as fórmulas e todos os cultos, ou praticar holocaustos e fazer todos os sacrifícios, porque no amor a Deus e ao próximo está consubstanciada a única e universal religião, que há de levar o gênero humano à unidade e à realização de seus destinos, pela solidariedade e a fraternidade.

Na mensagem maravilhosa de Jesus para as criaturas, Deus é Pai e todos os homens são irmãos!

Com esse mandamento maior, o Mestre substituiu o Decálogo, isto é, os dez mandamentos de Moisés, pois quem ama a Deus sobre todas as coisas, a ele unicamente presta culto, não adorando imagens de qualquer espécie; respeita o seu sagrado nome e santifica, não somente um dia, mas todos os dias da semana, todas as horas e todos os minutos. E quem ama o próximo como a si mesmo, honra seus pais, não mata, não adultera, não levanta falso testemunho, nem cobiça coisa alguma de quem quer que seja.

Quem ama o próximo, deseja ao semelhante o que quer para si. É o reconhecimento da Paternidade Divina, expandida na Fraternidade Universal.

O amor ao próximo é a ponte que liga a criatura ao Criador.

Pelas palavras de Jesus, podemos entender que o único caminho da salvação é a prática da caridade com humildade, absolutamente contrária ao caminho da perdição, o egoísmo e o orgulho.

Do amor ao próximo, como a nós mesmos, nasce a caridade e esta reside no socorro que devemos prestar aos nossos irmãos pela nossa inteligência, pelo nosso coração, com brandura e humildade, para não lhes tornar penoso receber o auxílio material, moral ou intelectual que lhes dispensemos.

Como está implícito no amor de Deus, a prática da caridade para com o próximo e todos os deveres do homem podem ser resumidos na máxima: "Fora da caridade não há salvação", pois tudo aquilo que se aprende em conceitos deve-se revelar, concretamente, na caridade das ações.

Como exigir ou esperar atitudes nobres dos semelhantes, se não se desenvolverem a paciência e a benevolência para com eles?

E se o homem não praticar o amor ao próximo, como pode amar a Deus?

Bibliografia: KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Questionário

1) Qual o maior mandamento? E o segundo?

2) Por que esses mandamentos podem substituir o Decálogo, trazido por Moisés?

3) Como compreender a proposta "triangular" do amor: a Deus, ao próximo, a si mesmo.